Mais de 1 M€ de faturação que ia escapando, mês após mês
Havia dados a mais e certezas a menos. Antes de cada reunião de gestão, os números eram refeitos à mão só para confirmar que estavam certos. E já na sala, a conversa ia para a origem de cada número, em vez de ir para o negócio.

As imagens desta página são meramente indicativas do tipo de trabalho realizado. Não são capturas do que foi entregue e não representam os dados nem os dashboards do cliente.
O Desafio
A Solução
Racionalização da arquitetura
Reconstruímos o modelo em vez de o remendar. Ficou com menos de metade das tabelas e sem perder capacidade de análise. Onde havia um calendário único a servir tudo, passaram a existir três: vendas, faturação e recebimentos. Vender, faturar e receber acontecem em momentos diferentes, e o modelo passou a saber isso.

Consolidação da camada analítica
Os indicadores viviam dispersos por catorze estruturas, e o mesmo cálculo podia dar leituras distintas consoante o sítio onde era lido. Consolidámos 97% deles numa estrutura única. É uma mudança que não se vê num ecrã, mas é ela que faz com que duas pessoas, em dois departamentos, cheguem ao mesmo valor. Antes de dar qualquer indicador como fechado, confrontámo-lo com casos reais do negócio, daqueles cuja resposta já se conhecia.

Reestruturação da comunicação
Cada página passou a responder a uma pergunta de negócio, em vez de mostrar uma tabela. O número de páginas desceu e o número de visuais subiu. Parece contraditório mas não é: menos sítios onde procurar, mais respostas em cada lugar. Quem abre o relatório vê primeiro a resposta e só depois o detalhe, se o quiser.
Deteção automática de derrapagens de faturação
Há faturação que está planeada para um mês e não chega a sair. Passa para o mês seguinte, e depois para o outro, e vai-se diluindo até ninguém dar por ela: adiada, ou simplesmente por emitir. É a isto que se chama derrapagem, e a solução existente não a sinalizava, pelo que não havia forma de a apanhar a tempo. Testámos o caminho mais óbvio e pusemo-lo de lado depois de o medir: deixava escapar quase três quartos do valor. O motor que construímos reconcilia com 0,00 € de desvio em 12 de 12 meses. Esse zero não é vaidade técnica, é a prova de que os números aguentam ser verificados. Foi ele que tornou visível mais de 1 M€ de faturação que estava a escapar, e cerca de metade desse valor já foi recuperado.
Os relatórios que vão para a sala
Há relatórios que ficam no ecrã e há relatórios que entram na sala de reunião. Construímos os segundos. Cobrem sete anos de histórico e o previsional até 2029, o que permite responder a "como chegámos aqui" e a "para onde vamos" sem mudar de ecrã. A direção financeira deixou de refazer os números para poder confiar neles. A conversa na reunião passou a começar pelo negócio, e não por onde vinha o valor.

Capacitação
Formámos a direção financeira, que depois levou a nova forma de trabalhar ao resto da empresa. Deixámos as regras de negócio escritas dentro do próprio modelo, em vez de viverem na cabeça de uma pessoa. Ninguém deve precisar de um fornecedor para ler os seus próprios dados. A parceria mantém-se desde 2025, em ciclos quinzenais ou mensais.
O que encontrámos
O que entregámos
O caminho que percorremos, do primeiro dia à manutenção contínua.
Discovery Session
Ouvimos a direção financeira para perceber o que estava a impedir a leitura do negócio. Ficou claro que o problema não era falta de dados.
ADDS Review
Auditámos o modelo herdado, as fontes no ERP e os processos de análise em uso, antes de propor mudar o que quer que fosse.
ADDS Create
Reconstruímos o modelo, consolidámos os indicadores numa estrutura única e reorganizámos os relatórios à volta de perguntas de negócio, em ciclos curtos e com validação em cada passo.
ADDS Care
Continuamos a acompanhar, em ciclos de quinze dias ou de um mês: novos relatórios, novos temas de dados, e formação de quem os usa.
No fim, o que mudou não foi a ferramenta. Foi a direção financeira poder olhar para um número e decidir, sem o refazer primeiro.
O que este caso não diz, e porquê
Não diz o nome do cliente. É legítimo perguntares se um caso sem nome é um caso inventado. Não é. O que falta aqui não é o cliente, é a autorização dele para o nomear. Não a temos, e sem ela o nome não é publicado. Não falta mais nada: o trabalho é o que foi feito e os números são os que foram medidos. E se a discrição te parece um defeito num caso de estudo, repara que é exactamente o que vais querer quando o caso for o teu.
Tens um projeto em mente?
Vamos conversar 30 minutos sem compromisso e perceber se faz sentido trabalharmos juntos.
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